Alguém que, por ventura, está lendo esse blog já imaginou ver a Cláudia Gimenez entrevistando a Monique Evans? E ainda por cima chamando a loira de talentosa e ótima repórter? Eu infelizmente vi ontem, em um dos meus momentos "O que ver na Tv brasileira?"
Logo após assistir um bando de pessoas fazendo a ponte área BRASIL E ÍNDIA e vice-versa, como seu fosse RIO E SÃO PAULO, me pego com uma dificuldade imensa de encontrar alguma coisa, menos pior, do que as viagens da Glória Perez - entnderam o trocadilho?!.De canal em canal vou encontrando peripécias engraçadissimas e lamentáveis da TV- aberta- brasileira.Uma delas está na REDE TV como um todo, difícil encontrar um programa que pode ser conceituado como "bom" nesse canal. Na minha passagem pelos canais encontro o SBT, exibindo uma novela - com os artistas que não deram certo na globo - chamada "Véu de noiva". Pasmo! Nem o nome é criativo!
Na globo, a única emissora que "salva" alguma coisa, está passando o previsível Jogo de futebol, e eu, como não sou adepta a esse tipo de programa, nem me dei ao trabalho de ver quais eram os times que estavam em campo.Continuei na minha busca por programas na TV aberta, mesmo sendo assinante da SKY.Volto para a Rede TV, e a Monique continua lá, mostrando todo seu "talento."
Ao retornar para o SBT encontro o meu amigo Silvio a frente, mais uma vez, do show do milhão. Epaaaa! Disso eu gostava! Me ajeito no sofá e para minha decepção:
Via Láctea é o que? Letra A Sílvio, uma marca de leite.
Pronto!
É por causa de programas como o da Luciana Gimenez que a cultura brasileira está do jeito que está.
p.s: Como o Sílvio é muito "bonzinho", sugeriu que o participante parasse antes de confirmar a resposta, e - ainda bem - assim foi feito.
p.s 2: Corri para a minha querida sky, e lá estava a reprise da série "Os Nomais". Uma reliquia da Globo! Ufa!
Uma das melhores coisas da vida é ri. Ri mesmo de fazer a barriga doer. Quando rimos assim, nos sentimos mais leves, mais livres, mais vivos. E ri faz bem à saúde. Segundo pesquisadores, O riso e o sorriso ativam e desencadeiam a liberação e produção de endorfinas que são conhecidas como os hormônios da felicidade e da longevidade. O riso é bom para o físico, para a psique e para a alma. Diante de tantos problemas e crises financeiras, Juiz de Fora tem sindo presenteada por diversos nomes do humor regional e nacional, afinal "ri é o melhor remédio". Então vamos curar esse mal mundial com ótimas gargalhadas. Sexta-feira passada o mais novo - e surpreendente - BAR intitulado, acredito eu, propositalmente de CRIZE!, trouxe um dos melhores comediantes do Brasil, Bruno Motta. Bruno já se apresentou diversas vezes, em grandes programas da televisão brasileira como Altas Horas, Fantástico, Programa do Jô, sempre presenteando os telespectadores com seu humor sútil e delicioso.
E não podia ser diferente em sua apresentação aqui na cidade. Mesmo com o atraso de cerca de três horas , - veja aqui o blog dele e sua explicação sobre o atraso - Bruno não decepcionou o público, e divertiu todos com piadas sobre a televisão brasileira, carros populares, Big Brother Brasil entres outros assuntos que fazem parte do nosso cotidiano. Essa é a marca registrada de Bruno, conseguir arrancar risos sem apelar, sendo assim o seu espetáculo pode ser recomenado para toda a família.
Clique aqui e veja os melhores vídeos de Bruno Motta no YouTube.
p.s:Tive que dar uma de tiete e tirar uma foto com ele! rs
Uma mulher casada há muito tempo, se vê em um momento onde não se sente mais feliz com a monotonia que sua vida se tornou. Casa, marido, filhos, sem sexo, sem diálogo, sem vida, apenas uma existência. Diante disso a separação era inevitável.Mas não. Preferiu continuar levando essa “vida”, porém não abriu mão da nova vida que tinha escolhido. Conheceu pessoas, se entregou a novas experiências, deixou de lado os preceitos da sociedade e foi atrás da felicidade contemporânea.
Sem pestanejar mergulhou em um mundo que, definitivamente, não era o seu. Um homem lindo foi a sua perdição. Oscilava entre as obrigações com a casa, marido, filhos e o sexo. Sexo adulterado. Sexo sem compromisso, sem culpa, sem medo, sem amor. "Eu sinto culpa de não me sentir culpada." Exatamente isso que ela sentia. Nada de culpa e um prazer incrível de viver aquela situação. Depois de muito tempo ela se sentia, de fato, uma pessoa viva.
E nada melhor do que viver, então "repica"!
Mas como na vida nem tudo são rosas, a realidade veio à tona. E ela chorou, como há muito tempo não chorava. Lindo, solteiro, jovem, pronto para constituir uma vida ao lado de alguém que definitivamente não era ela, afinal ainda existia na vida dela a casa, o marido, os filhos. E a escassez de sexo voltou, junto com o "fora" que ela levou.
Suas lágrimas eram enxugadas pelo marido. Não havia mais clima, não havia mais química. Oficializaram o fim que já tinha sido decretado, por si só, há muito tempo.
Sem casamento, sem obrigação, sem diálogo, sem sexo, sem amor, sem mais nada.
Começou uma busca incontida atrás da satisfação de todos os desejos do seu coração, entretanto ela ainda não sabia que ser feliz não quer dizer estar completamente satisfeita.
Tentou ser uma pessoa que não era. Saiu para as baladas com sua amiga de sempre, que do seu modo se sentia feliz em seu casamento com o tal "comedor". Para se sentir incluída no meio dos Jovens tentou ser igual a eles. Tolice! Ela ainda não sabia que dava pra ser feliz com a sua idade, da sua forma, a sua maneira.
Conheceu mais um jovem. Bem jovem. 19 anos. Só que mais uma vez não deu certo, alias, deu certo sim. Dar certo não significa ser da maneira que nós queremos ou sonhamos. Talvez a nossa vontade seja errada, e é vivendo que vamos descobrindo o que, de fato, é o melhor.
No meio de toda turbulência sua amiga, casada com o "comedor", esteve com ela. Era um tipo de porto-seguro, mesmo não concordando com algumas das suas atitudes, essa amiga fazia o papel da verdadeira amizade, estava ao seu lado independente de qualquer coisa. Porém, a vida mais uma vez cumpriu sua tarefa, a de ser vida, e levou sua amiga, tirou o seu chão, não havia mais porto-seguro. Essa foi a prova que ela precisava pra encarar, de verdade, que ser feliz não depende apenas do seu querer.
Mercedes descobriu isso. Insatisfeita com o casamento se entregou ao adultério, sofreu com o fim, se separou do marido. Buscou infinitamente uma felicidade que nem mesmo ela sabia onde estava. Perdeu seu porto-seguro. Mas precisava continuar a viver.
Desde o início, desse conflito com ela mesma, se confessava com um terapeuta, para tentar conseguir assumir para si própria os seus verdadeiros sentimentos.
No Divã, ela conseguiu!
Conseguiu perceber que devemos sim arriscar, que sofrer faz parte. Que existem problemas na vida, que não existe "e viveram felizes para sempre". Que as pessoas se amam, e amanhã se odeiam. Que existe raiva e rancor. Que existe traição e amor. Que monotonia cansa. Que devemos cultivar o amor. Que não podemos escapar da morte. Que a vida é feita de altos e baixos. Que nunca estaremos preparados. Que a vida começa na idade que resolvemos viver. Que nunca é tarde pra viver. Que mesmo com todos os problemas, conflitos, aflições, dores que a vida nos proporciona, devemos continuar. Que vale a pena viver, que é possível ser feliz.
E mais do que perceber tudo isso, Mercedes, no divã, nos ensina tudo isso e muito mais.
Um suposto pai entra no ônibus com suas duas supostas filhas crianças, supostamente depois de ter buscá-las no colégio.
Filha1: - ...aí Pai, a tia brigou com ele. Pai: - O que ela fez? Filha 1: - Colocou ele de castigo... Filha 2:- E falou que da próxima vez vai bater nele.
O pai e o ônibus inteiro caem na gargalhada. ( O ônibus inteiro sim,elas estavam gritando)
Pai: - E depois? Filha 1 ou 2: - Ele tirou a calça, mas eu não olhei Filha 1 ou 2 de novo: -É pai,não pode olhar! Pai( com certeza aliviado): - Isso mesmo, não pode!
Conclusão:
Primeira: Os colégios estão cada vez mais violentos. Segunda: As crianças estão cada vez mais ousadas. Terceira: Quem disse que criança não mente? Porque eu duvido que elas não olharam. Mas imaginem se elas contassem. "A gente viu pai, e foi 'mó' legal."
Melhor mentir!
p.s: Adoro ouvir conversa dos outros.
P.s²: Adoro ouvir conversa dos outros no ônibus.
P.s³: Adoro crianças.É IMPRESSIONANTE como elas conseguem nos surpreender e tirar de nós espontâneas gargalhadas.
Click! Vamos lá,essa é minha vida. Mais um click! Espera,já estou indo! Não como desde às 6h da manhã quando cheguei ao estúdio e já são 15h da tarde.Mas agora acabou a primeira sessão.Ufa! Vou comer! No prato, apenas duas alfaces e três rodelas de tomate! Azeite não,engorda! Por favor,sal a gosto! Fome!Fome!Fome! Ainda sinto isso dentro de mim. Abstrai! As coisas não podem ser assim. Água mata fome? Aprendi que sim. Bebo no mínimo 5 litros por dia ao invés de comer. Problema com isso? Não,não vejo nenhum problema,afinal vivo do Click,e ele não me aceita com sobrinhas. Por falar nisso,Click! Voltei! Ufa,tive 15 minutos pra ingerir alguma coisa. Pronto! De volta ao Click! Mas peraí,só um pouquinho. Sabe as folhas e o tomate? Não podem ficar dentro de mim. Portanto,só um minutinho estou indo ao banheiro. Click! Ótimo,muito boa essa foto! Prontinho! Pode publicar o meu corpinho,a única coisa que, por enquanto, resta em mim!
Mo-no-gra-fia. Só a palavra em si consegue enlouquecer qualquer estudante. Desde o primeiro dia de aula ela é temida. Ninguém quer ao menos falar sobre a tal monografia, mas todos precisam fazer. Pensar que ela está longe é uma das melhores soluções, porém é preciso encarar que ela vai chegar. Sem poder fugir o estudante se desespera.
Começa pelo projeto. Como escolher o tema? O pior é ter que funilá–lo.Por exemplo, a monografia não pode ser simplesmente sobre as eleições presidências dos Estados Unidos da America, segundos os orientadores isso é muito abrangente, ela precisa ser, “As eleições presidências dos EUA de acordo com a análise da economia americana, nas segundas e terças-feiras, do ano de 2008, entre 13h e 15h da tarde.”
Tudo bem! O enfoque não é feito dessa forma, mas o sentido é esse mesmo. Um bicho de sete cabeças com no mínimo 30 páginas, que decide se você merece ou não adquirir o seu tão sonhado-e suado-diploma. Quatro anos de estudos postos a prova durante cerca de 4 meses de produção e no máximo 20 minutos de apresentação. Sem contar os inúmeros livros que devem ser lidos, afinal a monografia é um trabalho científico e por isso precisa ser consolidado em bases teóricas.
Apesar de todo esse sufoco que sentido teria a faculdade se ele não existisse? Há quem garanta que vale a pena perder noites de sono, chorar de desespero, correr contra o tempo, perder finais de semana e tudo mais que a monografia requer dos estudantes. Quem garante isso se sentiu verdadeiramente recompensado quando ouviu o “Aprovado” e se sentiu de fato um profissional.
No desespero, no destempero criei um palco de emoções. Emoções vividas por mim ao longo desses anos,anos fulminantes onde voltar atrás não tem vez.Fazemos e agimos da forma que queremos,erramos sem saber de fato o motivo e aprendemos com a consequência dos nossos erros - sem motivo. Mas somos humanos, frágeis, falhos passíveis de qualquer deslize. Só que às vezes não percebemos o quão fatal podem ser esses erros, o quão doloroso pode ser essa queda. Não paramos pra pensar na dor que podemos provocar nos outros e principalmente em nós. Afinal uma das maiores feridas é a causada pelo remorso, pelo sentimento de que você poderia ter feito tudo diferente, poderia ter evitado essa dor, mas não sei bem por que, não o fez.
Thalita Oliveira,estudante de Jornalismo,7°período,Faculdade Estácio de Sá de Juiz de Fora.
Amante das letras,das palavras,dos textos,da voz,das imagens,das fontes,enfim do Jornalismo.
Entrem,leiam,analisem,comentem,divirtam-se !